ABRH - Nada Mudou?

por Cesar Augusto Maia

Fazendo uma leitura habitual no jornal de domingo, encontrei, em áreas distintas, pontos comuns que reunidos desenham a visão do mercado. Acredito claramente que parte desta percepção seja interpretativa, entretanto é a linha de raciocínio que gostaria de transferir aos nossos leitores.

O tema das matérias aqui analisadas foi “EUROPA FICA ATRÁS NA CORRIDA POR DOUTORES”; “UMA FERRAMENTA APLICÁVEL A TODOS OS CARGOS”; “CUSTOMIZAÇÃO, NOVA ONDA TAMBÉM NOS MBAS” (Fonte, Jornal o Globo de 18 de dezembro de 2005).

Observaremos que todas as matérias estão relacionadas ao setor empresarial e aos valores dos seus colaboradores, citando a importância que os mesmos possuem dentro de suas empresas,
os riscos que as empresas correm com estes e os recursos utilizados para a seleção e capacitação dos mesmos.

Dentro deste grupo iremos observar que alguns defendem a captação de competências no mercado, chegando a oferecer a nacionalização das brilhantes mentes existentes, outros o
investimento em capacitações personalizadas aos que integram suas estruturas e por fim outros do grupo acreditam em processos de avaliação de risco comportamental, buscando antecipando o “Um Dia de Cão”, que a empresa pode sofrer com os seus olaboradores.
Concluímos que nada mudou no universo empresarial já que ele sempre irá buscar soluções diferentes para antigos problemas. Hoje possuímos uma escala mais complexa decorrente do estreitamente nas diferenças necessárias de sobrevivência dentro de um mercado dinâmico e competitivo. A qualidade dos produtos ofertados pelas diversas corporações acaba por se tornar bem comum a todas, diferenciando apenas uma das outras na construção de seus
processos e no tratamento dos dados gerados. Isto demonstra que a fórmula é a mesma apenas detalhamos a variável ser humano e seu comportamento diante do ambiente interno nas empresas.

 

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